16.2.13

Toma lá que é para aprenderes

Passei a noite com dores de dentes.

Depois do post de ontem, cheira-me que foi o karma a trabalhar, que é para ver o que é bom para a tosse.

15.2.13

Bem, eu disse que nao era exigente com os mimos. Mas também me lembro de ter dito que não era uma mulher perfeita.
Chegou-me a casa com um ramo de flores. Adoro. Mas caramba, há 15 dias ofereceu-me um ramo de flores igualzinho (só mudou mesmo a cor) por termos feito anos de namoro.
O problema é só a consciência que se me começa a dar problemas. Aparece-me a quaseEu anjinho a coçar-me ao ouvido "Ah e tal, ao menos lembrou-se e trouxe-te um mimo e tal, há muitos que nem se lembram!" ou "ao menos não se rendeu às piroseiras típicas"... Mas do outro lado aparece a QuaseEu diabinha a rebentar-me com os nervos "Ah e tal, era escusado o conformismo típico de usar o ramo de flores só para não ter de se preocupar em procurar qualquer coisa".
Lá está, eu não disse que era perfeita.
Pronto era só o desabafo.
(Mas lá está, o ramo é lindo!)

14.2.13

Dia dos Namorados

Eu podia ser uma pessoa que acha o 14 de Fevereiro um dia normal. Podia achar uma foleirice este dia por ser tão comercial dadas as paneleirices que inventam para se comprar nesta altura (sim, há coisas mesmo pirosinhas de todo) e podia ser uma pessoa que não se importa se o maridinho hoje chegar a casa e não trouxer um miminho (por mais pequenino que seja).
Mas eu nunca disse que era uma mulher perfeita.
O dia vale o que vale. Para uns vale muito, para outros pouco. Eu só acho que deve ser celebrado de maneira diferente dos outros. Isto é como quem diz que este dia tem tudo para eu receber mais mimos do que nos outros dias.
Estou na cozinha desde as 17h30 a ver se agrado ao senhor-meu-marido. Se ele não me traz um miminho (desde que não sejam as referidas paneleirices, até pode ser um bombonzinho) vou deprimir. Só isso.

 
Ora então para hoje:
Cogumelos marron salteados e presunto. Sapateira com tostinhas. Gambas à Bimby (bemdita bimby!!!). Manga com chocolate. Cerveja ou Amo-te (Alentejano).
Ai, depois disto era uma massagenzinha... (não sou muito exigente com os mimos, portanto)
 
 

13.2.13

O tempo voa

É assustador como o tempo voa.
Segunda ando praticamente de ressaca, custa de passar o dia.. Terça é dia de avaliações (por isso passa rápido). Quarta é a marca-do-meio-da-semana. Quinta é véspera de sexta. Sexta é sexta. É véspera de fim-de-semana.
E então se há um feriado a meio da semana, passa mais rápido ainda.
 
A este ritmo tenho os filhos na faculdade enquanto pergunto ao marido como se liga um aparelho-eletrónico-que-nessa-altura-será-complicado-o-suficiente-para-me-sentir-ultrapassada.

9.2.13

Eu não sou uma pessoa simpática por natureza. Simpática de andar a sorrir na rua e cumprimentar os vizinhos e tal. Mas também não deixo de cumprimentar pessoas conhecidas, não sou arrogante com desconhecidos.
Isto porque fico dececionada com a falta de carater das pessoas hoje em dia.

Fui a uma consulta e diz-me a rececionista:
Ela: É a D. Quase Eu?
Eu: Sim.
Ela: A sua morada é XXX? (morada dos pais)
Eu: Sim.
Ela: Qual o código postal?
Eu (lembrando-me que afinal, já tinha mudado de casa): Já agora, dá para mudar a morada? É que entretanto mudei de casa...
Ela (com um leve toque de arrogância): Por isso é que perguntei.
Eu: morada tal e tal.
Ela: tem seguro de saúde ou sub-sistema?
Eu: Não. Mas acho que a vossa clínica tem um protocolo qualquer com os Bombeiros, porque sei que pago menos.
Ela (com arrogância nítida): Por isso é que perguntei!
Eu: sim minha senhora, mas isso não é seguro de saúde, nem tão pouco um sub-sistema. Daí eu dizer-lhe que vocês é que têm um protocolo que você até deveria ter conhecimento
Ela (porque não podia ficar sem resposta porque deve gter ficado ainda mais mal-disposta com a minha resposta): (a alto e bom som) É como a senhora quiser, tá?
Eu: não tenho de aturar esta gente.

Odeio. Odeio gente presunçosa e que fala como se todos lhe devessem e ninguém lhes pagasse. Vão tratar esse mau feitio que eu não tenho de aturar isto. É que ainda pago para receber este tratamento. Enfim...

4.2.13

Foi desta! (pensei eu)

Mas não foi.
 
Foi desta que o maluco-do-meu-trabalho descompensou, berrou, ameaçou, disse asneiras, foi agarrado para não bater... enfim, iamos todos morrendo de susto porque sabe-se Deus o que é que se passava naquela cabeça (e já eu penso que um dia o homem entra-se-me pelo serviço e mata alguém).
Mas depois vai-se a ver e ninguém faz nada. O discurso do "É maluco, coitadinho" não me inspira confiança e a coisa começa a tomar contornos graves. Já avisei o marido que se um dia chegar a casa e eu não estiver e não tenha dado notícias é porque fui raptada e assovalhada ou qualquer coisa do género em que o maluco-do-meu-trabalho está envolvido.
Tenho dito.