28.3.13

Puzzle

Gosto da maneira como levo a vida. Aliás, como levamos a vida.
Não critico a vida dos outros, mas gosto do modo como construí a minha. Casei há 6 meses e vivo com o a minha cara metade há mais de um ano e hoje recebi uma das últimas aquisições.

Iniciámos a vida com coisa pouca: mobília de quarto, sofá, tv e, claro, a bimby. O básico, portanto. E fomos comprando as coisas aos poucos. Mesmo aos poucos. Não só porque somos esquisitos mas também  porque gostamos de ter aquilo que realmente gostamos (desde que a um preço consideravelmente justo). Portanto, comprar só por ter não é a nossa filosofia. Temos mesmo de nos apaixonar.
Fomos comprando as mesas de cabeceira, a mesa e cadeiras da sala, cortinados. Com o casamento conseguimos mais umas coisinhas: ofereceram-nos uma data de candeeiros (de teto e de pé), sistema de som, vales do Gato Preto (what else) com os quais comprámos as poltronas.
Hoje chegou o aparador (lindo, lindo de morrer). E o bom desta vida, é que cada vez que entra uma peça nova cá em casa sentimo-la como uma conquista. Mais uma peça do puzzle, que combina com o nosso estilo, com a nossa mobília, com o nosso ninho. É como se tivéssemos conquistado mais uma etapa.

18.3.13

Odeio levantar cedo.
Quase vi o nascer do sol. É giro e romântico e tal, mas não é para mim. Isso é para os hardcore que conseguem suster as pestanas levantadas o suficiente para conseguirem focar alguma coisa antes das 7 da manhã.

5.3.13

É indescritível o barulho que os meus queridos vizinhos conseguem fazer (denote-se aqui todo o tipo de asneirolas javardonas a serem reprimidas).
Aquilo é que é atividade 24 horas por dia (salvo-seja, que curiosamente nunca se ouviu nada te teor sexual). Ela é às 7h, ela é as 17h, às 20h, 23h, até às 2h e às 5h se ouve barulho. Até que fiquei maluca. Confesso.
O fim-de-semana passado foi a prova disso e como não vou aqui relatar o cúmulo a que cheguei, confesso só que me dirigi à farmácia mais próxima e comprei uns tampões, daqueles de esponja que quando olhei só pensei que me iriam magoar os ouvidos e não iam fazer nada. Afinal foram a minha salvação e já levo no bucho duas noites tão bem dormidas que as últimas noites assim devem ter sido passadas no venre da minha querida mãe. Já não se ouvem tacões altos às 7 da matina ou arrumar roupa das 23h às 5h da manhã, ou deixar cair coisas-que-não-se-partem-mas-que-fazem-um-barulho-do-caraças-e-que-me-acorda-sempre.
Posto isto, estou em contagem crescente de carregamento de energia.