30.9.14

Foi uma ótima altura para tirar férias. Veio o sol e fez-me (mais) feliz!

23.9.14

Tupperware

Toda a mulher uma vez na vida já foi convidada para alguma reunião da Tupperware. 
Eu jé me esquivei a umas quantas, não sou muito do estilo de ouvir falar em caixinhas herméticas para guardar bolachas ou cereais, porque para mim, eles vêm em pacotes e lá permanecem até se acabar o produto. Ou se calhar porque sou simplesmente uma resistente.
Fui obrigada a fazer uma reunião em minha casa porque a minha mãe lá insistiu e porque "pronto, vamos lá ver de que se trata isto para também não morrer na ignorância".
O que é certo é que, tal como a Bimby, as vendedoras são assim para cima de espetaculares (qual pastor em missas americanas) e o produto é o melhor do mundo e aquilo tem mais de 157 utilizações diferentes e só não lava louça mas já se estuda a possibilidade de o vir a fazer no futuro. O que é certo é que depois de comprarmos as coisas, só têm 2 ou 3 utilizações, mas o que elas querem é vender.
E assim foi, saí embevecida da reunião, com 2 tupperwares debaixo dos braços, toda contente e com a convicção de voltar a outra reunião. 
E assim é, estou rendida à tupperware.

21.9.14

E pronto, já voltei à minha vidinha normal. 
Trabalho, casa, ama, bombeiros. 
Café.
Muito café (que é como quem diz, horas no café) porque o verão está-se a acabar e não tarda já é inverno e não apetece passar horas no café com as amigas até às tantas (da tarde, claro está).
Já entrei na rotina e gostei. Gostei de saber que voltou tudo ao normal e que a filhota não me roubou nada (só mesmo noites), Assim sendo, aquelas mães fundamentalistas que dizem "ah e tal, depois é tudo diferente, já não tens tempo para ti" vão dar uma voltinha porque é diferente sim senhoras, mas o tempo para nós depende de nós. Se eu quero ir ao café vou e levo a catraia e pronto. 
Agora ainda mando eu.
Depois logo se vê.

4.9.14

Não da para deixar passar em branco

Estou eu (ainda) em fase de adaptação a esta nova vida (mae, trabalhadora, pessoa) e já não vinha dizendo nada.
Entretanto soube k a Leonor perdeu a sua luta contra k cancro.  Essa pessoinha de 5 anos que já levava a vida com tanta luta travada e não consegui deixar de vir aqui deixar a minha consternação, mas mais do que isso, a minha solidariedade.
Arrepia-se-me a espinha só de pensar por um milésimo de segundo que eu tenho uma filha e que,  como qualquer ser humano, ela pode adoecer. Dói-me a alma só de pensar por um milésimo de segundo que ela pode ter uma caliqueira daquelas a sério.  E morro de medo e sinto-me impotente por não poder controlar o seu futuro ou a sua genética.  Porque se eu pudesse mandar alguma coisa, nenhum filho(a) adoecia.
Pronto. Simples assim.